A Federação Única dos Petroleiros (FUP) acusou o Ibama de atrasar o licenciamento da Petrobras na Margem Equatorial ao adiar para 12 de agosto a Avaliação Pré-Operacional (APO). Segundo a entidade, a demora gera custos diários de R$ 4 milhões com sondas paradas. O Ibama defende que a data foi mantida por questões técnicas.